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E quando a comunidade fechada já existe naturalmente sem liderança?

E quando a comunidade fechada já existe naturalmente sem liderança?

Hoje eu quero falar sobre assumir liderança de uma comunidade que já existia, mas estava sem líderes por um bom tempo (mais de um ano). 

Ao longo do curso de Community Management oferecido pela Tribos.co, entendi a diferença entre comunidade aberta e fechada. Porém, em julho de 2020, assumi a responsabilidade, dentre outros papéis, de atuar como Community Manager de uma comunidade fechada, mas que estava sem liderança por um tempo.

Comecei a atuar como Head of Marketing do Movimento Choice, organização que existe há 10 anos formando Embaixadores por todo o país através de um Programa de formação.

Ao contrário do que eu imaginava, a comunidade por si só é completamente orgânica e viva. Mesmo sem uma liderança atuando como CM, por mais de um ano sem conteúdos novos específicos da empresa/marca, a comunidade se manteve firme e forte. 

Diria até que levou com muita autonomia essa trajetória. Relações muito fortes de confiança foram criadas na comunidade, tanto devido à seleção do Programa de Embaixadores ser criteriosa, quanto às pessoas por si só confiarem umas nas outras devido à esse critério único.

O próprio grupo compartilha conteúdos entre si sobre os assuntos que são interessantes para eles, em canais como Google Groups, grupo do WhatsApp e grupo do Facebook. Sempre há novidades sobre inovação, impacto socioambiental, negócios de impacto, oportunidades e vagas, editais de seleção de startups... E temas correlatos também, como discussões feministas, trabalhistas, empreendedoras, políticas, memes, figurinhas, tanta coisa! 

E, mais recentemente, atuando como CM, passei a implementar uma newsletter mensal, que reúne uma curadoria dos conteúdos compartilhados nesses canais pela própria comunidade.

O Movimento Choice se estabeleceu como um gerador de comunidade fortíssimo, com um senso de pertencimento maravilhoso entre os integrantes do Programa de Embaixadores. O apelo emocional é presente e forte na marca.

Eu participei também do Programa (e apareço na foto dessa publicação! Foi tirada em 2018, na última turma realizada), e sempre digo que foi mágico estar tão rodeada de pessoas ao meu redor parecidas comigo e, mais importante, o senso de fé e esperança de ter gente querendo mudar o mundo, que nem eu. Reunidos em um só lugar. E isso passou do presencial para os canais digitais. 

E agora, com a transição forçada para o online, o meu grande desafio atual como CM é: como construir uma comunidade que ainda tenha a sensação de pertencimento, mesmo sem o olho no olho? Quais são os passos e os caminhos mais adequados?

Quero construir uma experiência virtual que seja tão mágica quanto a experiência presencial.  Você tem alguma sugestão? Manda nos comentários ou pelos canais no meu perfil aqui na Tribos.co. Adoraria ouvir seus pensamentos!

Créditos da foto ao Movimento Choice.

Bianca Sonnewend

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